terça-feira, 15 de março de 2011

Máquinas avançam noite adentro na colheita do milho em SP.

A colheita do milho avança pela noite no estado de São Paulo. A colheita do grão acontece na mesma época da soja, e os agricultores estão entrando noite adentro com as máquinas para não perder a produção e assim aproveitar o bom tempo, pois os grãos já estão no ponto de colheita e não podem se dar ao luxo de pararem e ocorrer um temporal, estragando todo o trabalho e perdendo tempo e produção.

O preço do milho também anima os produtores. O preço médio da saca de 60kg do grão está em média R$ 26,00, bem acima do preço do ano passado.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Técnica Rural - Construção de silo secador de grãos

Excesso de chuvas atrasa a colheita da soja em MS e plantio do milho safrinha.

O excesso de chuvas na região Centro-Oeste atrapalhou a colheita da soja e consequentemente o plantio do milho safrinha, cultura que vem logo após a colheita da soja.

O prazo para o plantiodo milho já passou e os agricultores estão investindo em outras culturas de inverno, como aveia, azevém e trigo, pois o risco de frio e geadas podem acabar com a produtividade do milho.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mais lavoura. Menos pastagens.

Produtores do estado de Mato Grosso estão trocando as áreas destinadas à tradicional pecuária de corte da região, por mais hectares de soja.

Devido ao bom preço do grão este ano, os produtores estão trocando as áreas destinadas ao gado por hectares plantados com soja e milho, devido a ajuda da chuva e o clima que favoreceu a cultivar, que está rendendo bem mais que o gado, além de proporcionar um retorno mais rápido, pois o ciclo da soja tem em média 120 dias do plantio a colheita. Em contrapartida o gado é abatido em média somente após 2 anos de idade. O pagamento das áreas arrendadas custam cerca de 10 a 12 sacas por hectare.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Alta da arroba aquece venda de tourinhos.

A valorização do boi gordo, com a arroba cotada acima de R$ 100 desde Outubro de 2010, tem se estendido a diversos setores da cadeia produtiva. O de touros comerciais, os chamados tourinhos, é um deles. São animais obtidos por meio de programas de melhoramento genético, mas que, ao contrário dos animais de elite, arrematados por cifras milionárias e encaminhados para centrais de inseminação, são vendidos em leilões ou diretamente nas fazendas para integrar rebanhos comuns e melhorar sua genética.

Com o objetivo de aproveitar o ciclo de alta, que começou em 2008 e deve se manter até o fim de 2012, creem os especialistas, pecuaristas passaram a mirar no aumento dos plantéis. A primeira medida foi deixar de abater as fêmeas. A segunda, que se intensificou em 2010 e deve se manter, é o investimento em tourinhos, cuja genética de alto nível ajuda a obter bezerros mais precoces, encurtando o ciclo produtivo, reduzindo custos e ampliando os lucros.

Além da valorização dos animais, outro motivo estimulou o pregão fora de época: a falta de chuva nas pastagens entre agosto e novembro, que bloqueou o cio das vacas e consequentemente eliminou, no período, a necessidade de touros novos. Os valores médios por animal passaram de R$ 4.400 para R$ 5.670 entre 2009 e 2010.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

2011 tem previsão de rentabilidade para os pecuaristas.

O cenário é positivo para o criador esse ano. A expectativa de preços para o mercado de boi gordo em 2011 é muito boa. No estado de São Paulo, os confinamentos já estão programando os ciclos de produção e mesmo com o preço dos grãos em alta, a expectativa é de alta no preço do gado.
Alguns criadores comentaram que em 2010 o custo de produção foi de R$ 65 por arroba, porém a venda foi de R$ 95 a R$ 100 a arroba, gerando altas de 30% a 35% em cima do custo da arroba.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Show Rural Coopavel 2011: 50% a mais em vendas

A edição 2011 do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), organizado pela Coopavel Cooperativa Agroindustrial, mostrou nesse ano que os produtores estão cada vez mais focados em tecnologia.
Com os preços melhores da soja e do milho, os produtores estão investindo em máquinas novas e estão conscientes que não basta apenas produzir mais senão houver máquinas novas e tecnologia no campo.
A feira movimentou em volume de negócios esse ano uma ordem próxima a R$ 1 bilhão.